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A Cannabis é a melhor amiga da PPK SIM! Há milênios!

Updated: Mar 31

É surpreendente constatar que as mulheres das nações mais antigas da humanidade já utilizavam a Cannabis coletivamente para minimizar os sintomas de doenças ginecológicas e combater dores. Os ensinamentos e experiências de uso foram disseminados em comunidades femininas, atravessando gerações de mães e filhas herdeiras da sabedoria milenar, conforme informações obtidas em escavações arqueológicas e pesquisas.

UNIÃO FEMININA Fortes evidências são do Egito Antigo, onde a ginecologia era bastante avançada para a época, graças às poucas mulheres que conseguiam estudar medicina em um centro de obstetrícia, criado no Templo da Deusa Neith , na cidade egípcia de Sais, em 2.500 a.C. As mulheres no Egito tinham plenos direitos perante a lei e gozavam de mais liberdade do que suas contemporâneas nas terras vizinhas. As nobres possuíam propriedades, fortunas pessoais e administravam seus próprios negócios. Enquanto as meninas (e meninos) camponeses não eram educadas, as filhas de famílias mais ricas tinham uma escola particular junto com seus irmãos. Essas egípcias privilegiadas compartilhavam o conhecimento medicinal para outras irmãs da sua comunidade auxiliarem as demais no parto e tratamento de doenças íntimas femininas. O primeiro livro de ginecologia do mundo é o papiro Kahun (1889 a.C.), que contém informações sobre uso de ervas para supositórios, comestíveis e massagens relaxantes no útero O uso feminino egípcio da Cannabis é citado diretamente pela primeira vez no papiro Ebers (1.550 a.C.). A planta moída em mel era utilizada como supositório vaginal para “resfriar o útero e expandir as dores com o calor”.

A mistura combatia problemas ginecológicos, cólicas menstruais e dores do parto. Em 1300 a.C., diarreias e cóleras eram combatidas com um supositório anal à base de Cannabis, folhas de acácia e gordura de ganso, conforme dados do papiro intitulado Chester Beatty.

A Cannabis também era muito utilizada para aliviar as dores de cabeça intensas ORIGENS DO USO DA PLANTA


Mas, é possível que o uso da Cannabis seja mais antigo no Egito e outros povos milenares. Numa pesquisa com 19.000 tábuas assírias em um sítio arqueológico na Mesopotâmia feita pelo arqueólogo Reginald Campbell Thompson, o uso da Cannabis no combate às cólicas femininas é citado nos manuscritos, que remontam à 3.000 aC.

Em rituais ou cura, a planta era chamada de “azallu” ou “qunnabu” termo semelhante ao que chamamos de “cânhamo”, e gan-zi-gun-nu, para uso adulto entre os assírios. Os sumérios utilizavam a expressão “azalla”.


Existe a suspeita de que em 7aC, mulheres criavam bebidas com açafrão e hortelã misturados à sementes de cânhamo, para atenuar os desconfortos do período menstrual e o parto.


A “azallu” era prescrita até para combater a tristeza típica da TPM (Tensão Pré- Menstrual), quando era consumida com estômago vazio para potencializar os efeitos. A deusa Seshat retratada com uma folha de cannabis no topo da cabeça, era citada em rituais com cordas de cânhamo em 2900 a.C.


Outro fato curioso é que a personagem Helena de Tróia utiliza a poção “nepenthe”, capaz de diminuir as dores e o ódio, no livro clássico “A Odisseia”, de Homero, em 800 d.C. Historiadores discutem até hoje se os efeitos da substância eram do ópio ou da Cannabis. Escavações no Egito resgataram copos de vinho com traços de Cannabis dos séculos 3 e 4 d.C., o que reforça a chance da “nepenthe” ter a planta. O historiador grego Diodorus menciona o uso da poção entre as mulheres egípcias no século 1d.C.


Em Jerusalém, no ano de 1992, a ossada de uma adolescente morta durante o parto no século 4 d.C. foi resgatada com traços de THC em cinzas alojadas na região do útero, provavelmente, originária da inalação de Cannabis para diminuir as dores das contrações. CANNABIS CONTRA MALDIÇÃO MENSTRUAL Numa pesquisa com 19.000 tábuas assírias em um sítio arqueológico na Mesopotâmia feita pelo arqueólogo Reginald Campbell Thompson, o uso da Cannabis no combate às cólicas femininas é citado nos manuscritos, que remontam à 3.000 aC.


Em rituais ou cura, a planta era chamada de “azallu” ou “qunnabu” termo semelhante ao que chamamos de “cânhamo”, e gan-zi-gun-nu, para uso adulto entre os assírios. Os sumérios utilizavam a expressão “azalla”.


Existe a suspeita de que em 7aC, mulheres criavam bebidas com açafrão e hortelã misturados à sementes de cânhamo, para atenuar os desconfortos do período menstrual e o parto.


A “azallu” era prescrita até para combater a tristeza típica da TPM (Tensão Pré- Menstrual), quando era consumida com estômago vazio para potencializar os efeitos. Naquela época, o exercício da medicina era atrelado a feitiçarias e rituais. Amuletos eram utilizados para “afastar” sintomas desconfortáveis de patologias.

Os tratamentos de saúde alternavam aplicação de emulsões, ingestão de chás e tinturas com rituais para afastar os espíritos demoníacos causadores de enfermidades. Por isso, a menstruação era associada a um “demônio vermelho”.


Na Mesopotâmia Antiga, mulheres menstruadas eram designadas como “musukkatu”, cuja tradução é “impura”. Nas cerimônias religiosas de cura, muitas vezes, eram utilizados o leite de uma mulher “musukkatu” ou até mesmo a urina. Os homens que tivessem contato com uma mulher menstruada eram amaldiçoados. A única forma de serem “curados” era ter contato com leite materno, para limpar a “maldição da menstruação”. Na cidade de Ur, as mulheres não tinham permissão para trabalhar na construção de templos para que não menstruassem e poluíssem o edifício. Até um ponto específico do Rio Eufrates era designado às mulheres menstruadas tomarem banho, pois acreditava-se que elas também "amaldiçoaram" as águas desta forma.


A menstruação estava cheia de tabus, mas a Cannabis era vista de forma muito positiva, inclusive, era uma das raras aliadas femininas para esse período repleto de turbulências, preconceito e desinformação.


Curiosamente, a planta era matéria-prima para perfumes e o termo “qunnabu" também servia de apelido para algo “fofo”, uma expressão de carinho.

CANNABIS ALIADA Você sabia que o aparelho reprodutor feminino é cheio de receptores endocanabinóides? Por isso, a Cannabis é a melhor amiga das mulheres para combater diversas patologias que tiram o sossego da saúde íntima, causando muito constrangimento e desconforto. Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, a Xah com Mariaz vai trazer durante todo o mês de março muita informação sobre o uso da Cannabis para a saúde feminina na estreia do Weed News - Viralizando Verdades da Cannabis. O projeto utiliza animações aliadas aos recursos das “fake news” para viralizar notícias verdadeiras sobre os benefícios da Cannabis na saúde feminina. A ideia é originária de um TCC do Curso Livre de Cannabis Medicinal da UNIFESP, em homenagem ao falecido Padre Ticão, um dos maiores ativistas pela educação canábica no Brasil. Com patrocínio exclusivo da USA Hemp Brasil, que apresenta esta edição do Weed News, a jornada de conteúdo vai se aprofundar nas patologias e sintomas da Infecção Urinária, Candidíase, Síndrome dos Ovários Policísticos e Endometriose. Prepare-se para uma série de lives especiais com médicas prescritoras no Instagram para tirar todas as dúvidas sobre o tema. A primeira live está agendada para terça (8/3) às 18h, anote na agenda! No sábado, 2/4, acontece o workshop gratuito sobre saúde feminina e Cannabis, feito pela Xah com Mariaz e a USA Hemp Brasil, com a Dra Amanda Medeiros Dias. Clique AQUI para se inscrever no workshop! SAIBA MAIS: - Instagram: @usahempbrasil - Youtube: USA Hemp Brasil

- Site: www.usahempbrasil.com

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